20 de julho de 2015

Senta que lá vem resenha: Homem-Formiga

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 Podemos parar de temer pois a Marvel fez de novo! Isso mesmo, meus caros leitores, este estimado estúdio conseguiu utilizar lindamente sua fórmula tão adorada num filme que ficou bastante bacana. Agora acompanhe minha humilde resenha para ter mais detalhes da viagem linda que este filme é.


 Homem-Formiga é um filme americano do gênero super-herói com elementos de filme de roubo, foi produzido pela Marvel Studios e distribuído pela Walt Disney. Em seu elenco estão Paul Rudd (Scott Lang/Homem-Formiga), Michael Douglas (Hank Pym), Evangeline Lilly (Hope Van Dyne), Corey Stoll (Darren Cross/Jaqueta Amarela), Michael Peña (Luis), David Dastmalchian (Kurt), Tip Harris (Dave) e Anthony Mackie (Sam Wilson/Falcão).

 É absolutamente excitante ver um filme de super herói com os elementos que amamos e ao mesmo tempo ter coisas totalmente novas pra esse gênero, como o clássico estilo de "filmes de roubo". HF não é um filme batido, que mostra uma história de origem manjada com cenas de ação forçadas, é tudo bastante orquestrado pra proporcionar uma das maiores (e mais diferentes) experiências no cinema.


 Apesar dos problemas de ritmo em seu início, assim que estabelece os personagens o filme só parte daí para melhor. Os protagonistas devem roubar uma certa tecnologia, que se cair e mãos erradas, pode significar o fim do mundo como o conhecem e é nessa hora que eles brilham (muito no curintia). Altamente divertido, é feito principalmente para a família, com diversos temas bastante legais de se abordar num filme de super herói.

 Sem dúvida, as melhores partes são os momentos de interação de Scott com as formigas, o mundo gigantesco que ele se encontra quando diminui e as cenas de ação com transições entre tamanho normal e tamanho pequeno deixam tudo espetacular. Além disso tudo, é um filme com bastante momentos de comédia onde nenhuma das piadas pareceu forçada/fora de ritmo e é isso que deixa a experiência ainda melhor.


 Mas como infelizmente nem tudo são flores o filme sofre no desenvolvimento do vilão pipoca, Darren Cross. Ele não é nada demais, é apenas um cara "mal" que está lá pra lucrar, não tem uma evolução muito profunda no decorrer do filme, MAS pelo menos ele juntamente com Scott, proporcionam uma das cenas de lutas mais legais que já vi no cinema!

 Em compensação, Scott Lang rapidamente torna-se adorado do público, em seus (muitos) momentos engraçados e alguns dramáticos, o personagem cativa a audiência aos poucos, graças ao talento de Paul Rudd para a comédia. Apesar da minha vontade de querer ter visto Hank Pym em ação como nos quadrinhos, Lang não deixou a desejar e nenhum momento e fiquei bem feliz que ele tenha se encaixado tão bem nesse filme.


 A relação de Hank e sua filha, Hope, é bastante tensa. Até certo ponto no filme vemos que eles tem algum problema ali, mas após uma conversa esclarecedora eles voltam a um estado de paz mútua. Eu pessoalmente achei esse aspecto do filme um pouco apressado, poderiam ter se aprofundado mais na relação dos dois, mas nada que prejudique a experiência.

 Além de tudo, as referências ao MCU estão todas ali! Eles fizeram questão de nos mostrar que este filme realmente está conectado a tudo que aconteceu. Temos conversas entre Hank e Scott, referência a um certo novato que aparecerá e até a aparição de um Vingador! Eu me senti vendo um quadrinho em movimento.


 É um filme simples, às vezes previsível? Sim! Isso prejudica de alguma forma a experiência incrível que terá? De forma nenhuma! A Marvel acertou de novo.

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