4 de janeiro de 2013

Senta que lá vem resenha: Far Cry 3

5 comentários :
Primeiro post do ano, vamos lá! Sabe quando você não somente se diverte com um game mas começa a gostar mesmo dele a ponto de querer jogar mais e mais, mas não querer nunca zerar? Pois Far Cry 3 é um desse games.

Todo o mundo criado, a fauna, flora, as pessoas, objetivos em Far Cry 3, te levam a esse estado. Você quer continuar a jogar por horas para descobrir tudo da ilha, sejam cartas de soldados que lutaram na segunda guerra, relíquias ou mesmo passagens escondidas que levam a tesouros. Esse fps em mundo aberto tráz tudo e muito mais.

Quando vi Far Cry 3 pelas imagens e tal na E3 de 2011, achei que fosse somente mais um fps genérico e batido daqueles que devemos só cumprir uma missão, matar uns inimigos e partir pra outra, e assim vai até o fim de todo o jogo. Mas não, eu na verdade estava muito enganado, não divulgaram muita coisa do jogo nesses tempos antes de ser lançado, e eu mesmo confesso que nem prestei atenção nelas. Umas duas semanas após seu lançamentos comecei a notar que todos falavam desse jogo, e eu curioso que sou, logo fui ver vídeos de gameplays, e cara... que jogo incrível. Sendo assim, tive que comprar ele sem demora.

Jason Brody
Começando, você é Jason Brody, passando férias com seus amigos, até que decidem pular de um avião e aterrissar numa ilha paradisíaca. O problema, é que justamente nessa ilha existe uma força que domina e a torna fechada, todos que chegam são mortos, os Piratas comandados por Vaas e seu chefe Hoyt. Falando um pouco de Vaas, ele é o melhor vilão que apareceu em um game nesse tempos, totalmente bem representado, seja em movimento ou em voz pelo ator Michael Mando, Vaas se torna uma das principais estrelas de Far Cry 3, mesmo sendo apenas um subordinado de Hoyt (o que foi um grande erro da Ubisoft pra mim) ele ainda cativa muito mais que seu chefe, e até mais que o protagonista.

Por ser mundo aberto, o leque de opções é totalmente grandioso, você sempre tem o que fazer em Far Cry 3, sempre tem o que explorar nas Ilhas Rook, pois o pessoal da Ubisoft caprichou tanto no visual e na vida das ilhas, que você vai notar repetidamente sua surpresa ao ver o horizonte, o efeito muito real da água, os animais realmente vivendo, andando em bandos, caçando, comendo, e até atacando o jogador caso ele comece a caçar um de seus amigos da mesma espécie. E acredite, isso vai acontecer muito, pois uma das principais atividades do jogo é caçar animais, pegar couros e criar peças que aumentam o inventário, capacidade de carregar munição, mísseis, granadas, seringas, etc. Podemos ver desde onças, leopardos, ursos, porcos, veados, javalis, búfalos até macaquinhos, cachorros selvagens, tartarugas marinhas, tubarões, crocodilos e muito mais.

Opa
Caso você fique com sua vida baixa, ou mesmo precise de buffs temporários em suas habilidades, poderá caçar plantas e criar seringas específicas para o que quer num menu de criação muito fácil de se mexer. No jogo também podemos nadar nos lagos e no mar, e também acharemos plantas aquáticas para facilitar nossa vida, porém cuidado com tubarões e crocodilos. Obviamente, a maioria de seringas que você criará serão as de plantas verdes, que curam sua vida de forma eficaz e veloz. O que será muito útil na hora em que estiver enfrentando os temidos piratas.

Falando neles, logo que você começa o game, tudo estará dominado por eles. Para liberar o mapa, devemos ativar torres de rádio que são pequenos "puzzles escaláveis". Em várias tive dor de cabeça pra achar onde se devia pular e subir. Somado a isso, para a dominação plena de território para os Rakyat (a turma que você ajuda), obrigatoriamente devemos dominar postos piratas espalhados pelo grande mapa, da forma que quisermos, seja numa maneira stealth ou mesmo num modo Rambo, mas cuidado que alarmes serão ativados e reforços chegarão para ajudar seus inimigos, e realmente a coisa fica feia.

Para momentos de fuga, ou quando estamos impacientes, temos mais de 19 opções de locomoção, não lembrarei todas agora mas vou falar algumas: Jipes, Buggys, Quadriciclos, Lanchas, Jetskis, Caminhões, carros armados, Wingsuits, e por aí vai. Realmente o jogo tem tudo.

Arco e flecha, bora caçar!
As armas são incríveis, e muito bem feitas. Todas tem um charme enorme e são bem divertidas de se jogar. Nada como mirar um lançador de mísseis em um jipe inimigo e ver todos voarem, ou então pegar seu lança-chamas e fritar tudo que passa na sua frente, mas fique alerta pra não colocar fogo nos matos ou vai morrer tostado.

Far Cry tem várias sidequests que podemos completar quando bem quisermos, como levar suprimentos a certos locais da ilha, caçar animais raros e também matar inimigos procurados, tudo isso de uma forma muito divertida.

Eu recomendo muito esse game, se tiverem oportunidade de jogar... JOGUEM-O, sério mesmo. A história principal se trata não somente de possuir a ilha e ajudar o pessoal do bem, mas também duma jornada pessoal de Jason, em que ele se redescobre física e mentalmente. É um dos melhores FPS que já joguei, senão o melhor. E ganhou o selo de jogo do ano pra mim.

Vaas
Mais uma coisa... Eu já te disse a definição de... insanidade?

5 comentários :

  1. Resenha muito boa, parabéns Khold! \o\

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  2. o jogo por ter paisagens lindas e uma boa jogabilidade não é cansativo de jogar,nota 10 mesmo,pra mim ta entre os top 5 de todos

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